Espiritualidades africanas
Práticas religiosas afro-indígenas no Império Português (séculos XVI-XVIII)
Explorar a Base de DadosSobre a base de dados
A base de dados Espiritualidades Africanas foi criada em um projeto de pesquisa coordenado pelo Prof. Dr. Alexandre Marcussi (Universidade de São Paulo) e pela Profª. Drª. Daniela Calainho (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), com uma equipe de pesquisadores de cinco diferentes instituições universitárias brasileiras. O objetivo é agrupar informações e fontes documentais sobre africanos, descendentes de africanos e indígenas que foram perseguidos por suas práticas religiosas nos diversos territórios do império português, incluindo Portugal, o Brasil e a África, entre os séculos XVI e XVIII.
A maior parte das informações provém de documentos produzidos pelos tribunais do Santo Ofício da Inquisição de Portugal, com destaque para o tribunal distrital de Lisboa, que tinha jurisdição sobre o Brasil e a África e que perseguia práticas devocionais não católicas, enquadrando-as como formas de “feitiçaria”. Ao explorar a base de dados, você encontrará informações sobre os acusados e as testemunhas que depuseram contra eles, bem como sobre as práticas devocionais, muito variadas, pelas quais eles estavam sendo perseguidos, que incluíam desde a devoção a entidades espirituais africanas até formas heterodoxas de vivenciar o catolicismo popular.
O projeto de pesquisa no qual esta base de dados foi construída encontra-se em andamento. As informações disponíveis até o momento são parciais e novos dados serão incluídos na base à medida que o trabalho de pesquisa avança.